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VALOR ECONÔMICO

A equipe econômica acredita que as medidas anunciadas até o momento, seja de flexibilização das regras trabalhistas ou possibilidade de suspensão de contrato de trabalho e redução de jornada e salário com compensação salarial do governo, devem dar um fôlego para que as empresas não façam demissões em massa pelo período de seis meses. Mesmo com as medidas, a estimativa é que de nos próximos meses de dois milhões a três milhões de pessoas devem perder o emprego. Na avaliação de técnico da área econômica, o importante é que serão salvos nove milhões empregos. “Não fazemos projeções de emprego. Mas sem o programa estimávamos até 12 milhões de empregos perdidos nos próximos meses. O programa deve salvar 9 milhões. Mas é normal que ainda existam 2 milhões a 3 milhões de demissões”, explicou.

Pelo cenário considerado pelo governo, neste primeiro momento, as grande empresas devem utilizar recursos como antecipação de férias, teletrabalho e regime especial de banco de horas, que foram flexibilizados temporariamente, pela Medida Provisória 927, até o fim do ano devido à decretação de calamidade pública. Somente após o uso desses recursos é que devem recorrer a redução de jornada de trabalho e salários por três meses e a suspensão de contrato por dois meses. “As medidas somadas podem englobar até seis meses. As empresas estão fazendo esse cálculo agora mesmo”, reforçou o técnico. O comportamento das pequenas empresas, no entanto, deverá bem diferente. Isso porque, a expectativa é que suspendam contratos reduzam a jornada e os salários de imediato. As medidas adotadas pelo governo para minimizar os efeitos da pandemia do coronavírus sobre o emprego devem fazer com que as receitas previdenciárias sofram forte redução neste ano, elevando o rombo da previdência.

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