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18/10/2019 | Número de empresas ativas é o menor em uma década - Valor Econômico

O número de empresas ativas no Brasil recuou para o menor nível em quase uma década, mas alguns segmentos mostram-se resilientes, como saúde, eletricidade e gás, conforme dados divulgados ontem pelo IBGE. O país tinha 4,458 milhões de empresas ativas registradas no Cadastro Central de Empresas (Cempre) do instituto em 2017, queda de 0,5% na comparação ao ano anterior - uma perda líquida de 23 mil empresas. “É o quarto ano seguido de saldo negativo, mas é um negativo cada vez menor. Em 2016, a queda era de 70 mil”, frisou Denise Guichard, analista do IBGE, ao comentar o estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo.

Os fechamentos líquidos de empresas foram especialmente intensos em 2017 na indústria de transformação (saldo de -10.995), comércio e reparação de veículos (-49.177) e alojamento e alimentação (-6.211). Mas nem todos os setores tiveram desempenho ruim. Mesmo com a lenta recuperação da atividade, houve saldo líquido positivo de abertura de empresas em saúde humana e serviços sociais (18.585) e eletricidade e gás (148), por exemplo. Responsável pela pesquisa, a técnica do IBGE Denise Guichard Freire diz que o resultado do setor de saúde está ligado aos maiores investimentos em laboratórios, clínicas e planos de saúde. 

“O setor tem registrado taxa de entrada superior à de saída ao longo dos últimos anos. Isso significa um aumento do número de empresas no setor. Saúde tem mostrado um nicho em que é possível se investir”, afirma a técnica do IBGE. A pesquisa mostrou ainda que metade das empresas fecha as portas antes de completar o quarto ano de atividade. Das 859 mil empresas abertas no país em 2012, somente 47,2% permaneciam em operação quatro anos depois, em 2014. Segundo a pesquisa, as melhores taxas de sobrevivência estão nas regiões Sul e Sudeste, de 86,6% e 85% no primeiro ano. Entre as unidades da federação, a maior taxa estava no Rio Grande do Sul (87,4%).

Já o número de empresas de alto crescimento recuou para 20.306 em 2017, o menor resultado desde 2008. No melhor momento, em 2012, o país tinha 35.206 mil empresas de alto crescimento, com 5,3 milhões de pessoas trabalhando. Empresas de alto crescimento são aquelas que aumentam o número de empregados em, pelo menos, 20% ao ano, por três anos consecutivos, e que tinham dez ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial. De acordo com o IBGE, o setor de educação registrou a maior queda tanto em termos absolutos (217 empresas) e também relativos (-19,1%) na passagem de 2016 para 2017. Logo atrás vem o mercado de construção, com baixa de 9%.

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