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10/10/2019 | Google vai acelerar contratações na América Latina - Valor Econômico

Acostumados a um ritmo de contratações acelerado, os departamentos de recursos humanos de empresas de tecnologia na América Latina terão um pouco mais de trabalho ao longo dos próximos meses. É que em seu esforço de expansão no mundo dos serviços de computação em nuvem, o Google vai acelerar o ritmo de contratações, o que deve resultar em muita gente recebendo propostas de trabalho. Segundo o presidente do Google Cloud para América Latina, Eduardo Lopez, a ideia é triplicar o número de profissionais antes mesmo do fim de 2020. “Com isso teremos uma equipe dedicada especificamente aos serviços em nuvem com tamanho semelhante ao dos principais nomes do mercado”, diz ele.

A empresa não informou quantos funcionários emprega atualmente nessa área, nem quantos pretende contratar. O próprio Lopez é um exemplo dessa movimentação da gigante da internet. Há cerca de três meses ele chegou ao Google vindo da Oracle, onde trabalhou por mais de 20 anos. O cargo assumido por ele acabou de ser criado, com a promoção da América Latina a uma região independente dentro a divisão de Google Cloud. Antes, a região estava dentro da estrutura de Américas. Com o novo formato, será possível ter mais autonomia e velocidade nas decisões, diz Lopez.

A ida do executivo argentino para o Google aconteceu por convite do indiano Thomas Kurian, que no fim do ano passado deixou a mesma Oracle, também depois de 20 anos, para assumir o comando global do Google Cloud. Kurian tem a missão de usar sua experiência e relacionamento com grandes compradores de tecnologia para colocar o Google como opção dentre os fornecedores de serviços de nuvem computacional. Suas rivais são AWS, da Amazon, Microsoft e IBM. Na divulgação do balanço do segundo trimestre no fim de julho, Ruth Porat, diretora financeira da Alphabet, controladora do Google, disse que a companhia estava o caminho de alcançar receita anual de US$ 8 bilhões com seus serviços de computação em nuvem. O dobro da estimativa apresentada no começo de 2018. Nesta semana, analistas do Deutsch Bank estimaram que a receita anual da companhia pode chegar a US$ 38 bilhões em 2025.

A empresa de pesquisa Gartner estima que o mercado mundial chegará a US$ 331 bilhões em 2022. Em 2018, eram US$ 182 bilhões. Em abril, durante um evento com clientes em San Francisco (EUA), Kurian disse que um dos passos para aprimorar a forma como a companhia se apresenta ao mercado seria a contratação de mais gente nas áreas de vendas, suporte, engenharia e profissionais com entendimento das necessidades específicas de setores como os de finanças, varejo, alimentos e bebidas. “A gente precisa estar perto do cliente”, diz Lopez. Ele contou que companhia está desenvolvendo um programa de estágio específico para a área de serviços na nuvem. “Contratar de fora funciona por um tempo.

Chega uma hora que você tem que formar seus próprios profissionais”, diz. Outro movimento que o Google tem feito é o de ampliar a rede de empresas e de profissionais que atuam com suas tecnologias. A rede de parceiros é um modelo bastante usado por empresas de tecnologia para ampliar seu alcance e áreas de atuação sem inchar demais suas equipes internas. Segundo Lopez, a tendência é que o número de parceiros também seja multiplicado por três até o fim de 2020 para atender a demanda que se espera gerar ao longo dos próximos meses. O executivo não revela a base atual de parceiros, mas o site da companhia tem uma lista de mais de 2,1 mil empresas com atuação na América Latina.

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