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01/08/2019 | Produção industrial cai 0,6% em junho, aponta IBGE - O Estado de S. Paulo

A produção industrial caiu 0,6% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira, 1º, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi maior do que o apontado pela mediana das estimativas calculada pelo Projeções Broadcast. O intervalo de expectativas ia desde uma queda de 1,2% a um avanço de 0,4%.

Em relação a junho de 2018, a produção caiu 5,9%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de uma queda de 8,1% a 3,8%, com mediana negativa de 6,05%, segundo o Projeções Broadcast.

No segundo trimestre do ano, a queda foi de 0,7% em relação ao trimestre anterior. De janeiro a março, a indústria já tinha recuado 0,6% em relação aos últimos três meses de 2018. 

Na comparação com o segundo trimestre de 2018, a produção caiu 1,0% de abril a junho. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de uma queda entre 1,8% e 0,3%, com mediana negativa de 1,0%.

“É o terceiro trimestre seguido de queda. Dá um pouco essa ideia de que, especialmente a partir do segundo semestre de 2018, tem uma perda de ritmo para o setor industrial”, apontou André Macedo, gerente na Coordenação de Indústria do IBGE.  

Recuo de 17 dos 26 ramos 

A indústria registrou perdas na produção em 17 das 26 atividades pesquisadas na passagem de maio para junho, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média geral, a produção recuou 0,6%, o segundo mês seguido de resultados negativos, acumulando uma perda de 0,7% no período.

“O setor industrial mostra perfil disseminado de quedas entre as atividades pesquisadas”, apontou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

Em junho, as principais influências negativas foram de produtos alimentícios (-2,1%), máquinas e equipamentos (-6,5%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%).

Outras contribuições negativas relevantes foram de metalurgia (-1,7%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-3,8%), celulose, papel e produtos de papel (-2,2%), outros equipamentos de transporte (-6,5%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-5,0%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,6%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,0%).

Na direção oposta, entre os nove segmentos que ampliaram a produção, o destaque foi o avanço de 1,4% das indústrias extrativas. O setor extrativo acumulou uma alta de 11,0% nos últimos dois meses, após uma perda de 25,6% nos primeiros quatro meses do ano. 

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