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26/07/2019 | Caged reflete o desempenho fraco da economia - O Estado de S. Paulo

A abertura de 408.500 vagas com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, é mais uma indicação da fraca recuperação da economia. O resultado dos primeiros seis meses de 2019 é apenas 1% maior do que o da primeira metade do ano passado. No acumulado dos 12 meses encerrados em junho, o crescimento foi de 1,4% na comparação com os 12 meses anteriores.

São variações apenas pouco superiores à estimativa hoje predominante no mercado de crescimento de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do País neste ano. Se confirmada essa projeção, o PIB terá em 2019 um desempenho ainda pior do que os dois anos anteriores (crescimento de 1,1% tanto em 2017 como em 2018).

É bastante provável que o total de empregos formais gerados no ano seja melhor do que o de 2018. O secretário do Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, acredita que a liberação de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e outras medidas de estímulo ao consumo anunciadas ou em estudo pelo governo permitirão a recomposição da saúde financeira das famílias.

Se elas conseguirem liquidar suas dívidas e ganhar alguma folga no orçamento, poderão retornar mais dispostas às compras. Obviamente, o aumento do consumo será proporcional à dimensão dos programas de estímulo. Além disso, o efeito de programas desse tipo é temporário. Outras medidas serão necessárias para preservar a expansão.

Os resultados por setores da economia trazem alguma preocupação. O comércio, embora registre aumento de 106.720 vagas em 12 meses, fechou 88.772 postos no primeiro semestre do ano. Esse é o segmento da economia que, em termos de emprego, pode reagir mais rapidamente a medidas de estímulo ao consumo.

A indústria de transformação, de sua parte, apresenta saldo positivo de 69.286 vagas criadas nos primeiros seis meses do ano. Mas a queda de 0,15% no número de empregados em junho na comparação com o mês anterior é o quarto resultado negativo seguido nesse tipo de comparação. É um desempenho que preocupa, pois a indústria tem efeito sobre outros setores, não apenas para estimular seu ritmo de atividade, mas também para a criação de empregos.

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