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25/07/2019 | Uma boa notícia para quem tem emprego - O Estado de S. Paulo

Se os índices de desemprego continuam elevadíssimos, deixando cerca de 13 milhões de pessoas sem ocupação, aqueles que conseguiram preservar seus postos de trabalho têm motivos para alguma satisfação. É o que mostra o Salariômetro - Mercado de Trabalho e Negociações Coletivas de junho, pesquisa tabulada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP), com base na página Mediador da Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. 

De um total de 540 acordos negociados entre patrões e empregados em junho, para uma inflação em 12 meses acumulada em 4,8% os reajustes médios foram próximos de 5%. Esse porcentual exato prevaleceu em 33% dos acordos, segundo a Fipe. 

Porcentuais superiores a 5% foram registrados em 20% dos acordos, sendo 9% com aumentos entre 5,1% e 5,9%, 6% com reajustes entre 6% e 6,9%, 4% com índices entre 7% e 7,9% e 1% com correções nominais iguais ou maiores que 8%. Ou seja, 53% dos acordos tiveram reajustes reais.

E como cerca de 17% dos acordos foram feitos com reajustes entre 4,8% e 4,9%, a Fipe constata que a maior parte das negociações foi benéfica aos trabalhadores.

A rigor, as negociações que resultaram em índices de correção de vencimentos inferiores ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) representaram apenas 30,7% do total.

Já as convenções coletivas, que se aplicam a categorias profissionais, foram menos generosas com os trabalhadores. Reajustes iguais ou superiores ao INPC só foram obtidos em 35% das convenções.

Com a queda da inflação, é provável que os reajustes nominais de salários sejam menores no semestre em curso. Entre julho e dezembro de 2019, a projeção do INPC para períodos de 12 meses é inferior a 4%, segundo a Fipe. Mas a expectativa do professor Hélio Zylberstajn, coordenador do Salariômetro, é de que aumentos reais devem continuar.

Como informou o Salariômetro, a quantidade de negociações encerradas volta a crescer em 2019, aproximando-se dos níveis anteriores à reforma trabalhista.

O fato de predominarem, hoje, reajustes superiores à inflação revela que muitas empresas parecem ter superado os efeitos da recessão. Além disso, os aumentos podem propiciar algum alento ao consumo.

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