• Pontaria Novo Governo
  • BOLETOS ON-LINE
  • coffee news mudou para melhor
  • sindeprestem 2018
  • CONTRIBUIÇÃO PATRONAL 2018

27/06/2019 | Perdas do comércio voltam a crescer - O Estado de S. Paulo

O prejuízo do varejo com o encalhe de mercadorias, especialmente de itens perecíveis, e com o aumento de furtos internos e externos nas lojas físicas – responsáveis pelas perdas que afetaram 1,38% das vendas – registrou crescimento de 7% em 2018, segundo a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe).

As perdas corresponderam a R$ 21,5 bilhões das vendas do comércio restrito, que não inclui veículos e materiais de construção. A entidade chegou a essa cifra após consultar mais de cem grandes redes varejistas de 12 segmentos.

“No fim de 2018, criou-se uma expectativa favorável para economia, muitas empresas investiram num volume maior de estoque, porém a venda não aconteceu de acordo com o esperado”, diz Carlos Eduardo Santos, presidente da Abrappe.

A frustração de vendas se traduziu em descarte de produtos fora do prazo de validade. No caso de bens não perecíveis, os lojistas fizeram grandes liquidações para se livrar do encalhe.

Santos explica que não é comum o fabricante aceitar de volta produto encalhado e que a logística reversa depende do tipo de negociação fechada entre o varejo e a indústria.

Dos 12 segmentos pesquisados, quem liderou o ranking de perdas foi o supermercado, com o equivalente a 2,05% do faturamento. Lojas de perfumaria (1,92%) e de moda (1,80%) também registraram prejuízos acima da média do comércio varejista para o período.

A perda de mercadorias é crucial para o comércio a ponto de justificar a criação de uma associação que reúne 500 empresas do varejo nacional para encontrar saídas que evitem esse prejuízo. O impacto das perdas de produtos para as empresas é mais crítico para o varejo alimentar, diz Santos, porque as margens desse setor são pequenas, variam entre 1,5% e 2%.

Fatos e Notícias

Home Logo01
Home Logo02
Home Logo03
Home Logo04
Catho
Up Plan Logo 02