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30/05/2019 | Para analistas, desemprego teve leve queda em abril - Valor Econômico

Com a atividade econômica em compasso de espera na expectativa das reformas, os economistas esperam uma queda bastante modesta da taxa de desemprego em abril. A mediana das estimativas de 25 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para taxa de desocupação de 12,6% no trimestre encerrado no mês, pouco abaixo dos 12,7% de março.

As estimativas variam de 12,3% a 12,7%. Se confirmada a mediana das projeções, o desemprego estará de volta ao nível de fevereiro de 2018 e 0,3 ponto percentual abaixo de abril daquele ano (12,9%). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga amanhã o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

A 4E Consultoria é uma das oito casas que projetam o desemprego em 12,6%. "Estamos mais preocupados com o dado dessazonalizado e, nessa base de comparação, a taxa deve ficar estável em 12,1%, mesmo número de março", diz Giulia Coelho, economista da 4E. "Isso reflete a situação da atividade econômica, andando de lado na expectativa das reformas." A consultoria projeta crescimentos tímidos para população ocupada e população economicamente ativa (PEA) em abril, de 0,15% e 0,12% na margem, respectivamente, na série com ajuste sazonal, refletindo o cenário de estabilidade projetado. Segundo Giulia, a melhora da ocupação deve continuar a ser puxada pela informalidade em abril. "Os últimos dados têm mostrado isso.

Quando comparamos o primeiro trimestre de 2019 com 2018, vemos que o grande destaque foi a informalidade, e o Caged [levantamento sobre o emprego com carteira] também mostra um pouco isso, com perda de dinâmica nos últimos meses." No trimestre encerrado em março, enquanto o emprego no setor privado sem carteira e por conta própria tiveram altas de 4,4% e 3,8% na comparação anual, respectivamente, o emprego no setor privado com carteira cresceu apenas 0,3% na mesma base de comparação. Já o Caged surpreendeu no mês passado com um saldo positivo de 129 mil vagas, acima do esperado.

No entanto, na média móvel trimestral dessazonalizada, a criação de vagas formais ficou em apenas 37 mil, na estimativa da 4E Consultoria. O Haitong estima a taxa de desemprego em 12,7% no trimestre encerrado em abril, estável em relação a março e equivalente a 12,0% excluídos efeitos sazonais. Para Flávio Serrano, economista-chefe do banco, o desemprego elevado deve ter limitado o crescimento do consumo das famílias no PIB do primeiro trimestre, que deve ter crescido apenas 0,2% em relação ao trimestre anterior, com ajuste, pelas suas estimativas, mesmo avanço previsto para o setor de serviços nas contas nacionais trimestrais do IBGE. 

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