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27/05/2019 | FMI reduz previsão de crescimento para entre 1% e 1,5% - O Globo

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu ontem sua projeção de crescimento para a economia brasileira este ano, de 2,1% para entre 1% e 1,5%, citando frustração com o desempenho nos primeiros três meses do ano, incerteza sobre reformas e a crise na Argentina. O órgão disse ainda que essas projeções correm “riscos significativos” de não se concretizar. O fundo também condicionou a aceleração do PIB em 2020 à aprovação de uma reforma da Previdência “robusta”.

O FMI se une a instituições como a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a agência de classificação de risco Fitch na redução das expectativas sobre o desempenho da economia brasileira. Na semana passada, a OCDE diminuiu sua projeção para este ano de 1,9% para 1,4%, enquanto a Fitch cortou sua estimativa para avanço do PIB de 2,1% para 1,5%. A revisão das projeções do FMI se deu após missão oficial do órgão em Brasília. “O crescimento em 2019 é estimado entre 1% e 1,5%, com riscos significativos de queda. Dependendo da aprovação de uma reforma da Previdência robusta e de condições financeiras favoráveis, o crescimento deve acelerar em 2020, apoiado pela recuperação do investimento privado”, disse o FMI em comunicado oficial divulgado na noite de ontem.

PREVIDÊNCIA É ‘CRUCIAL’

Segundo o texto do FMI, a reforma da Previdência “é o passo crucial” para “colocar a dívida pública em uma trajetória sustentável, elevando, assim, a confiança do investidor”, acrescentando que o Congresso precisa preservar a idade mínima e as alíquotas de arrecadação previstas no texto encaminhado pelo governo. “Para entregar o ajuste fiscal necessário, o Congresso deve preservar o aumento proposto nas idades de aposentadoria e diminuir os benefícios relativamente altos, sobretudo para funcionários públicos”, disse. O FMI observou, porém, que “medidas adicionais” de impacto fiscal também são necessárias “para cumprir o teto de gastos e estabilizar a dívida pública.” A missão do FMI observou que vê com bons olhos “a ambiciosa agenda de reformas” do governo, citando medidas como privatizações e simplificação tributária. Segundo o fundo, a taxa básica de juros de 6,5% está em nível que estimula a economia, situação “favorável no momento”. Alguns economistas têm defendido a redução dos juros por causa da lentidão econômica. O FMI sustenta que isso pode ser feito no futuro “à medida que a consolidação fiscal for contracionista” e “desde que as expectativas de inflação permaneçam bem ancoradas”.

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