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27/05/2019 | A recuperação do emprego formal em São Paulo - O Estado de S. Paulo

A indústria manufatureira paulista voltou a contratar e contribuiu para o aumento do número de empregados formais no primeiro trimestre do ano. Em março, a indústria de transformação do Estado de São Paulo empregava 828.867 trabalhadores com carteira assinada. O aumento em relação ao fim do ano passado, de 0,59% (ou 4.866 postos), é modesto, mas indica que, neste segmento, o mercado de trabalho se recupera.

De acordo com o Boletim Trimestral do Emprego Formal elaborado pela Fundação Seade, as empresas paulistas contrataram 1.237.530 profissionais com carteira nos primeiros três meses do ano. No período, foram desligados 1.168.560 trabalhadores, de que resultou a geração líquida de 68.970 postos de trabalho no Estado.

Na comparação com igual trimestre do ano passado, o mercado de trabalho encolheu no segmento de agricultura, pecuária e pesca, na indústria de transformação e na construção. A perda de postos de trabalho nesses setores foi mais do que compensada pelas contratações dos segmentos de comércio e de serviço. No total, o número de trabalhadores formais aumentou 0,9%.

Na comparação entre o último trimestre de 2018 e o primeiro de 2019, nota-se a força de fenômenos sazonais, como a variação do número de empregados no comércio. O fim do ano é uma época de grande expansão das vendas e do número de empregados nesse segmento. Nos meses seguintes, há forte redução da mão de obra, o que fica evidenciado pelo fato de o comércio varejista do Estado ter demitido 31.585 trabalhadores de janeiro a março. Outros setores, como a indústria de transformação e o de serviços, contrataram pessoal em número maior, o que propiciou o aumento do emprego formal no Estado.

Quando se examinam os dados sobre as ocupações com os maiores saldos de emprego, notam-se diferenças entre os números da região metropolitana e os de todo o Estado. As diferenças decorrem da predominância de alguns setores na economia da Grande São Paulo e de outros no interior paulista. Em todo o Estado, no primeiro trimestre, foram contratados 11.045 trabalhadores da cultura de cana-de-açúcar e 5.393 motoristas de caminhão, duas das cinco ocupações que mais ganharam postos de trabalho no período. Mas essas ocupações não aparecem entre as mais dinâmicas na região metropolitana.

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