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21/05/2019 | Ford vai cortar 10% da sua força de trabalho mundial - Valor Econômico

A Ford anunciou planos para eliminar 7 mil empregos, cerca de 10% de sua força de trabalho mundial, como parte do programa em andamento para reestruturar suas operações.

O corte deverá render cerca de US$ 600 milhões em economias anuais, segundo carta do executivo-chefe da montadora, Jim Hackett, aos funcionários, enviada ontem. Desses empregos, 2,3 mil vão ser cortados nos Estados Unidos, escreveu Hackett, acrescentando que até o fim do processo o grupo vai ter reduzido sua estrutura gerencial em quase 20%. "A Ford é uma empresa familiar e dizer adeus a colegas é difícil e emotivo", escreveu na carta.

A empresa tem reduzido custos e tentado estancar as perdas fora dos EUA para reposicionar seus negócios e avançar em novas áreas como a de veículos elétricos, na qual atualmente está atrás de muitos concorrentes. Hackett disse que a remodelação da empresa vai incluir a redução do número de níveis administrativos para nove. Quando o processo começou, eram 14 níveis. Até agora, boa parte dos esforços da Ford teve como foco suas operações internacionais na Europa, América do Sul e China, que passam por dificuldades.

O executivo disse que há 1 mil funcionários trabalhando nos planos para remodelar os negócios, que incluem mais de 5 mil iniciativas ou mudanças dentro da organização. A Ford não é a única cortando custos. A General Motors anunciou planos em 2018 para desativar sete fábricas e demitir milhares de funcionários para reorientar o foco de sua carteira de produtos para o segmento de utilitários esportivos, cada vez mais procurado pelos consumidores. A Ford lançou uma iniciativa similar em 2018, acabando com a produção de todos seus modelos de carros de passageiros, a não ser dois, nos EUA.

Embora a grande demanda nos EUA por suas picapes tenha ajudado a Ford a registrar um lucro acima do esperado em Wall Street no primeiro trimestre, a montadora de Michigan encontrou dificuldades recentemente para lidar com o fraco desempenho dos mercados internacionais. Neste ano, a empresa deu início a uma estratégia de reestruturação com milhares de cortes de empregos em sua unidade europeia, a remoção de dezenas de executivos ocidentais em sua unidade na China e planos para abandonar o segmento de caminhões pesados na América do Sul.

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