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16/05/2019 | 'Reforma sai, mesmo com governo atrapalhando' - Valor Econômico

Em apresentação para investidores ontem em Nova York, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reafirmou seu compromisso com a reforma da Previdência, mas desta vez com uma crítica ao governo Jair Bolsonaro, autor da proposta. "Nós vamos fazer a reforma da Previdência, [mesmo] com governo atrapalhando, com mídia social; é a nossa responsabilidade", afirmou.

Maia participa do Brazilian Investment Forum, evento promovido pelo Lide, empresa da família do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Maia também aproveitou a ocasião para reafirmar seu apoio ao teto de gastos aprovado no governo Michel Temer. "Sempre defendi que o problema do Brasil não é a PEC do teto de gastos, mas o gasto excessivo", disse.

Anteontem ele havia dito que a manutenção da regra, combinada com a falta de crescimento econômico, poderia levar o Brasil a um "colapso social" nos próximos anos. "A solução não é mais Estado, é mais setor privado", disse hoje. No evento do Lide, o presidente da Câmara afirmou ainda que está discutindo com a equipe econômica do governo mudanças na lei de falências. Outro tema abordado foram os incentivos fiscais. Ele informou que foi criado um grupo de trabalho para discutir o tema. "Fizemos um acordo com a oposição para isso", disse. Rodrigo Maia deve voltar ao Brasil hoje, e assumir a Presidência da República por 24 horas, já que o vice-presidente Hamilton Mourão viajará para a China.

O presidente Jair Bolsonaro está em Dallas, nos Estados Unidos, e retorna amanhã. Também no evento, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), foi pela mesma linha. Ele lembrou que Bolsonaro não falou das reformas durante a campanha de 2018. "Quando deputado, votou contra", destacou. "Mas o presidente se convenceu da reforma da Previdência após eleito, se conscientizou que a reforma é inevitável." O senador afirmou então não ter dúvida de que sem a reforma "todos nós estamos fadados ao fracasso no Brasil". Ele demonstrou otimismo com o tema: "O Congresso Nacional terá coragem para aprovar essa reforma, reconstruir o Brasil e apresentar a verdade".

Já o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, voltou a conclamar a sociedade brasileira a diminuir o número de litígios no país. Segundo ele, o excesso de processos é prejudicial para a economia. "Temos que diminuir a litigiosidade no Brasil", disse. Para Toffoli, o problema da judicialização tem origem na Constituição, que teria incluído todos os anseios da sociedade mas não inclui recursos para cumprir tudo isso, forçando o estabelecimento de emendas constitucionais. "Já dialoguei com os presidentes da Câmara e do Senado sobre a necessidade de desconstitucionalizar regras," disse ele. "Precisamos criar mecanismos alternativos de resolução de conflitos", completou. 

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