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15/05/2019 | Dólar volta a bater em R$ 4 com cenário negativo no Brasil e no exterior; Ibovespa tem perdas - O Estado de S. Paulo

O dólar no mercado à vista registrou máxima de R$ 4,0218 (+1,14%) na manhã desta quarta-feira, 15, indicando cautela com o cenário negativo no Brasil e no exterior. Às 11h06, a moeda americana era cotada a R$ 4,0099, com alta de 0,82%.

Na Bolsa brasileira, o principal índice à vista tinha fote queda, chegando aos 90.744,12 pontos, às 10h48, com recuo de 1,46%, depois de subir 0,40% na terça-feira, 14, aos 92.092,44 pontos. Das 66 ações, apenas duas subiam ( Vale ON, 0,92%; e Bradespar PN; 0,64%).

As notícias sobre números mais fracos da economia chinesa e dos Estados Unidos se somam às atenções que continuam em relação à guerra comercial entre os dois países, além dos desdobramentos sobre a reforma previdenciária brasileira.

Para completar o quadro, a CSN informou que ocorreu um acidente na aciaria de Volta Redonda (RJ) - os papéis da empresa já recuam mais de 2,00%. 

O desempenho negativo do Ibovespa é bem mais expressivo que o visto em Nova York. O Dow Jones, por exemplo, cai na faixa de 0,60%.

"Hoje há tensão trazida pela guerra comercial entre Estados Unidos e China e desaceleração de indicadores chineses e muita incerteza interna diante da fraca articulação política do governo no Congresso, demora da reforma da Previdência e indicadores de atividade ruins, como o IBC-Br de março, mostrando que o País está perdendo capacidade de produção", avalia o operador José Carlos Amado, da Necton Investimentos.

No mercado interno, a cautela é provocada pela a dificuldade do governo em avançar na articulação da reforma previdenciária.

Em evento nesta manhã em Nova York, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o problema do Brasil não está na PEC do teto de gastos, mas nas despesas obrigatórias, que representam quase 95% do dispêndio primário do Poder Executivo. "Nos últimos 30 anos, o Estado no país foi capturado por corporações públicas e privadas", disse. "Caminhamos para o colapso fiscal e se nada for feito, podemos chegar ao colapso social."

Também nos EUA, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que, a partir de reforma da Previdência, o Brasil sinalizará um norte para avanço da economia. O  presidente do STF, Dias Toffoli, afirmou que reforma previdenciária é necessária e, a tributária, "fundamental".

Somada a essa preocupação, o mercado acompanha o depoimento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, previsto para esta tarde no plenário da Câmara para explicar o bloqueio de verbas para educação em dia de paralisação em todo o País contra a medida.

Para o economista Silvio Campos Neto, sócio da Tendências Consultoria Integrada, por ora não há fatos novos lá fora e aqui que permitam um comportamento diferente da cautela. "Tudo o que tem surgido não ajuda. Todo dia surgem sinais de fragilidade", diz, ao referir-se à dificuldade do governo em avançar nas negociações a respeito da reforma previdenciária.

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