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13/05/2019 | Micro e pequenas empresas vão combater o desemprego, diz novo diretor do Sebrae-SP - Folha de S. Paulo

Para o novo diretor-superintendente do Sebrae de São Paulo, Wilson Poit, sua biografia como empreendedor de sucesso será seu diferencial na entidade.

Ele foi eleito para o cargo no final de abril, após interferência do governador João Doria (PSDB), quando o conselho deliberativo do Sebrae de São Paulo destituiu o titular anterior ligado ao ex-governador Márcio França (PSB). 

Poit foi secretário de Desestatização da gestão Doria na prefeitura. Ele assume no lugar de Luis Sobral, que havia sido presidente da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) na gestão França.

"Tive cinco empresas, algumas andavam de lado. A última fez muito sucesso. Posso ajudar até com depoimentos pessoais para inspirar não só a equipe do Sebrae como os empreendedores", diz Poit, que fundou a Poit Energia, de locação de geradores, em 1999, e vendeu em 2011 para a líder mundial do setor por R$ 400 milhões. 

Poit evita comentar sobre as circunstâncias políticas da troca e a judicialização do caso. Ele diz apenas que foi convidado para assumir o posto e aceitou a oportunidade. 

A destituição de Sobral com apenas quatro meses de mandato foi parar na Justiça. O então superintendente pediu para se manter no cargo sob decisão liminar, mas o pedido foi recusado em primeira instância.

Nos planos de Poit para o Sebrae está a expansão de espaços de compartilhamento pelo interior do estado. Ele diz acreditar que o impulso a micro e pequenas empresas vai contribuir para a redução do desemprego. 

"Outro ponto que deve ser potencializado pelo Sebrae em conjunto com o governo João Doria é o microcrédito. Tem muita gente desempregada sonhando em ter negócio próprio. Acredito muito que os empregos de que o Brasil e São Paulo precisam hoje vão ser gerados pelas micro e pequenas empresas."

O que a sua chegada ao Sebrae de São Paulo traz de novo?

Uma novidade boa é o Sebrae ter um superintendente que é empreendedor, passou por altos e baixos. Tive cinco empresas, nem todas fizeram sucesso, andavam de lado. A última fez muito sucesso. Posso ajudar até com depoimentos pessoais para inspirar não só a equipe do Sebrae como os empreendedores. A notícia é essa: estive do outro lado do balcão por muitos anos e fui ajudado pelo Sebrae e pela Endeavor. É quase uma retribuição. 

Essa é uma crítica aos gestores anteriores do Sebrae?

Não é uma crítica. Eu admiro muito o Sebrae. 

O seu perfil é novo?

Acho que sim.

E não se compara ao perfil dos superintendentes anteriores? 

Mas sem nenhum demérito. Foram as gestões deles que me ajudaram bastante. 

Vai haver alguma parceria ainda inédita com a Endeavor?

Endeavor e Sebrae me ajudaram muito juntos e devem continuar caminhando juntos. Ainda é cedo. Estou na primeira semana de trabalho. Estou ouvindo muito. Mas o que eu posso falar de planos para o futuro é que o Sebrae deve dar uma escala muito maior em investimento para acelerar negócios e espaços de compartilhamento coworking. O Sebrae já tem espaços de coworking, como se vê muito em São Paulo, e deve apostar mais em espaços em São Paulo e no interior para permitir muito mais startups.

Outro ponto que deve ser potencializado pelo Sebrae em conjunto com o governo João Doria é o microcrédito. Tem muita gente desempregada sonhando em ter negócio próprio.

Eles precisam ter orientação e microcrédito. Acredito muito que os empregos de que o Brasil e São Paulo precisam hoje vão ser gerados pelas micro e pequenas empresas. As grandes estão mais robotizadas e globalizadas. O maior incremento de empregos vai acontecer no segmento de micro e pequenas. 

Essa troca do seu cargo acontece com o pano de fundo da interferência do governo. Como o senhor avalia isso? 

Eu prefiro não falar porque não acompanhei. Eu recebi um convite para voltar e justamente alinhado com a minha história. Fui convidado por alguns conselheiros do Sebrae. O Tirso Meirelles é o presidente do conselho. E percebi que teria o apoio do governador João Doria e da secretária Patricia Ellen, que foi uma grande apoiadora e conhece a minha história desde a Endeavor.

Isso me motivou a aceitar porque acho que está bem alinhado com esse meu momento. Detalhes políticos eu não sei. Vou fazer de tudo para ajudar os empreendedores como me ajudaram no passado. 

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