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08/05/2019 | Cúpula do Congresso vai comandar novos ministérios; governo promete liberar R$ 4 bi em troca de reforma - Folha de S. Paulo

Painel

Dando que se recebe

Ao recriar os ministérios de Cidades e Integração Nacional, o governo Jair Bolsonaro dará a cartada final na tentativa de terceirizar a montagem de uma base que garanta a reforma da Previdência. Os titulares das duas pastas serão indicados pela cúpula do Congresso e devem centralizar a liberação de dinheiro da União para projetos de interesses de parlamentares. Deputados dizem que o governo se comprometeu a liberar até R$ 4 bilhões por meio dos novos órgãos até o fim do ano.

Mão do gato

A indicação dos ministros caberá aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Com isso, o governo vai deixar na mão do Congresso a intermediação de pleitos por recursos às bases parlamentares, consolidando o DEM, que já tem três pastas, como o operador político do governo.

Agentes múltiplos

Maia quer fazer de sua indicação para Cidades um símbolo da parceria com partidos do centrão, como o PP. Por isso, Alexandre Baldy (PP-GO) é o mais cotado. A simbiose, porém, despertou críticas dentro da sigla do presidente da Câmara. O nome do Senado seria o de Fernando Bezerra (MDB), hoje líder do governo.

Quem sabe faz a hora…

Aliados afirmam que Jair Bolsonaro vai aproveitar as mudanças na Esplanada para tirar Marcelo Álvaro Antônio do comando do Turismo. A ideia é apresentar o pacote como uma minirreforma ministerial.

…não espera acontecer

Auxiliares do presidente passaram a defender que ele aproveite a medida provisória que reorganiza o organograma do governo para tirar a Comunicação das mãos de Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Arte da guerra

O anúncio da recriação de ministérios foi feito no mesmo dia em que o presidente deu publicidade ao decreto que vai facilitar o porte de armas. Bolsonaro acenou, portanto, com uma mão à política e com a outra ao núcleo duro de seu eleitorado.

Arte da guerra 2

O fato de as duas jogadas terem deslanchado em meio à crise com os militares –hoje um dos pilares do governo– indica que o presidente pode estar buscando uma alternativa para depender menos da força institucional dos generais.

 

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