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01/04/2019 | Lucro das empresas dobra com cortes e novo cenário - Valor Econômico

O lucro de uma amostra de 237 empresas brasileiras não financeiras de capital aberto dobrou no ano passado. Segundo levantamento feito pelo Valor Data, a partir das demonstrações financeiras já publicadas, o lucro líquido consolidado dessa amostra aumentou 100,6%, para R$ 144 bilhões, na comparação com os dados de 2017. Seus executivos apertaram o controle de gastos e, com ajuda de uma ligeira melhora do cenário macroeconômico, conseguiram vencer eventos adversos como a greve dos caminhoneiros, em maio, e uma das mais acirradas eleições presidenciais, em outubro. Petrobras, Eletrobras e Vale contribuíram significativamente para esse desempenho. A Petrobras encerrou o ano de 2018 com o primeiro resultado anual positivo desde 2013, de R$ 25,8 bilhões, puxado pela valorização de 31% nos preços internacionais do petróleo.

A Eletrobras reverteu prejuízo e teve lucro de R$ 13,3 bilhões. Impulsionada pelo preço do minério de ferro, a Vale teve o melhor resultado dos últimos anos, lucro de R$ 25,7 bilhões, que representou alta de 45%. Sem as três companhias, o lucro sobe menos, 41%, para R$ 79 bilhões. Entre as empresas analisadas, três em cada quatro registraram lucro no ano passado - 40% delas tiveram ganho maior, 10% registraram prejuízo menor e 10% voltaram ao azul. Diversas empresas contaram com o benefício de um evento não recorrente: a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por exemplo, teve lucro líquido de R$ 5,2 bilhões no ano passado, avanço de 47 vezes ante 2017. Além da expansão de 24% da receita, beneficiada por maiores preços do minério de ferro, a empresa reconheceu R$ 2,2 bilhões na rubrica "tributos a recuperar". "Embora o mercado esteja revisando para baixo o crescimento econômico para este ano, a expectativa é de recuperação e as empresas conseguirão entregar, pois têm bom desempenho operacional", comentou David Beker, chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch (Bofa) no Brasil. O banco projeta avanço de 31% no lucro líquido. 

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