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01/04/2019 | 2019 pode ser o ano da virada - O Estado de S. Paulo

Mais de 12,6 milhões de brasileiros começaram o ano procurando emprego, o que representa 12,2% da força de trabalho no País. A taxa, considerada muito alta pelos especialistas, é mais que o dobro da registrada há apenas cinco anos. Há, contudo, uma boa notícia escondida nesse mesmo número: o ano de 2018 inverteu a tendência de alta na desocupação, que vinha se repetindo nos três anos anteriores, até alcançar 12,7% em 2017. As projeções para 2019 são positivas, levando-se em consideração a geração de empregos nos primeiros meses e outros indicadores promissores, como a retomada da atividade industrial e o aquecimento do mercado imobiliário. A expectativa é de que o próximo Natal possa ser melhor para muitos dos brasileiros que procuram um trabalho.

As estatísticas de fevereiro, divulgadas no final de março pelo Ministério do Trabalho, aumentaram o otimismo de quem aposta que 2019 será o ano da virada. Foram geradas 173.139 vagas de trabalho com carteira assinada, o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos – e quase o triplo em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O destaque ficou para o setor de serviços, que abriu 112.412 postos. Mas a indústria da transformação, com 33.472 novas vagas, também dá sinais claros de recuperação de suas atividades. “Temos vários indicadores de que estamos no início de uma retomada consistente do nível de emprego”, afirmou o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho.

Os números do IBGE demonstram que a dificuldade de conseguir trabalho aumenta muito dependendo de algumas características. Os mais jovens estão no epicentro do problema – na faixa etária entre 18 e 24 anos, a taxa de desemprego é de 25,2%, contra 6,9% na faixa entre 40 e 59 anos. As mulheres também sofrem mais – 13,5%, contra 10,1% entre os homens. Há, ainda, grandes diferenças regionais (a taxa vai de 14,4% no Nordeste a 7,3% no Sul) e por nível de escolaridade (19,7% para quem tem ensino médio incompleto e 7,5% para quem tem ensino superior completo). Esses índices reforçam a ideia de que a qualificação constante é o melhor seguro contra o desemprego.

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