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28/03/2019 | Bolsa sobe mais de 1% após declarações de Bolsonaro - O Estado de S. Paulo

A instabilidade marcou o início do pregão da Bolsa, que iniciou a quinta-feira, 28, em queda, tocou a mínima e, depois, a máxima, voltando a operar acima dos 93 mil pontos. No mercado cambial, após bater R$ 4 na abertura, o dólar à vista zerou a alta e chegou a recuar.

Apesar dos ruídos políticos que elevam dúvidas sobre a reforma da Previdência, após as críticas entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o da Câmara, Rodrigo Maia, os investidores seguem apostando na aprovação da reforma. Em cerimônia no Clube do Exército, o presidente afirmou nesta quinta-feira que as discussões com Maia foram uma "chuva de verão" e que o assunto é "uma página virada".

Às 11h20, o Ibovespa tinha alta de 1,45%, aos 93.232,56 pontos. O dólar, por volta do mesmo horário, tinha leve alta de 0,24%, cotado a R$ 3,9638.

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), declarou que o PSL fechou questão em favor da reforma previdenciária, o que também contribui para a melhora de humor. Conforme ela, no PSL, não irão perder nenhum voto para a reforma. Joice ainda acrescentou que o governo fechou um cronograma célere para a aprovação do pacote do ministro da Justiça, Sergio Moro, na Câmara. De acordo com a parlamentar o projeto anticrime e a reforma da Previdência vão andar juntos.

No campo corporativo doméstico, as ações da Vale sobem após a empresa informar lucro liquido melhor que o esperado por analistas. Em teleconferência nesta manhã, o diretor financeiro da mineradora, Luciano Siani, afirmou que nenhuma resposta será a altura das perdas ocorridas na tragédia em Brumadinho (MG), no fim de janeiro. Segundo ele, a empresa tentará negociar indenizações justas para os realocados. Além disso, informou que Brucutu é o caso em que retorno da produção pode se dar em prazo mais curto. Às 10h41, as ações da Vale subiam 0,52%.

Já as ações da Eletrobras ON avançavam 4,66% e a PNB, 3,50%. Após divulgar balanço, a empresa anotou ao longo do ano passado uma queda de 11% em seus gastos operacionais com Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outros (PMSO), passando de R$ 10,285 bilhões em 2017 para R$ 9,108 bilhões em 2018. A redução desses gastos é considerada pela atual administração como um dos pilares para a recuperação da companhia.

Entretanto, os papéis da Petrobras caiam, com PN cedendo 0,51% e ON recuando 0,46%, em meio ao declínio do petróleo no mercado externo. O Ibovespa subia 0,27%, aos 92.149,88 pontos.

Lá fora, o índice DXY do dólar se fortalece significativamente nesta manhã, em meio a incertezas que prejudicam o euro e a libra. A moeda única europeia perde terreno após o economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Peter Praet, afirmar em entrevista mais cedo que a instituição considera aplicar um sistema de "camadas" para a taxa de depósito - hoje em -0,40% -, sugerindo que os juros continuarão nas atuais mínimas históricas por mais tempo. A libra, por sua vez, está pressionada em meio ao impasse do Brexit.

Nos Estados Unidos, as bolsas abriam com ganhos. Mesmo com o PIB menor que o esperado, há perspectivas para um acordo comercial entre EUA e China. No mercado de câmbio, o dólar bateu mínimas há pouco.

Banco Central

Após o dólar à vista ter subido mais de 2% ante o real na sessão de quarta-feira, o Banco Central convocou para esta quinta um leilão de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) de US$ 1 bilhão. Os recursos representam "dinheiro novo" no mercado, já que não estão vinculados à rolagem de nenhum vencimento. A operação é a primeira do tipo desde que o economista Roberto Campos Neto assumiu o BC.

Profissional da mesa de câmbio de um grande banco ouvido há pouco pelo Estadão/Broadcast lembrou que, em momentos de estresse, como os ocorridos em 2018 em função da campanha eleitoral, o BC de Ilan Goldfajn optou principalmente por operações de swap (operação que equivale a uma venda de moeda no mercado futuro). Os leilões de linha também foram utilizados por Goldfajn em algumas ocasiões, como na greve dos caminhoneiros e na campanha eleitoral do ano passado, e também houve as tradicionais operações no fim do ano, para suprir liquidez (falta de dólares) a empresas e fundos.

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