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20/03/2019 | PIB do Rio cresce em 2018, após anos de retração - Valor Econômico

Depois de três anos consecutivos de retração, a economia do Estado do Rio de Janeiro voltou a se expandir em 2018. O Produto Interno Bruto (PIB) fluminense cresceu 1,2% no ano passado, 0,1 ponto percentual acima do desempenho apresentado pela economia brasileira no período (+1,1%), de acordo com estimativa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

A tendência é de que a pequena diferença entre a performance econômica do Rio de Janeiro e do Brasil se mantenha em 2019, projeta a Firjan. A federação estima que o PIB fluminense cresça 2,6% este ano, contra uma expansão de 2,4% em termos nacionais. Ambas as projeções levam em consideração a aprovação de uma reforma da Previdência abrangente, incluindo todas as esferas de governo. A aprovação da reforma é vista pela entidade de classe como fundamental para o equilíbrio das contas públicas. "O equilíbrio fiscal é capaz de mudar a confiança de empresários e consumidores", justifica Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.

Caso as reformas não saiam do papel, a expectativa da federação das indústrias é que a economia fluminense apresente crescimento de 1,4% neste ano. Goulart lembra que, no começo do ano passado, os prognósticos para o PIB brasileiro eram de um incremento entre 2% e 2,5%. A frustração com a não aprovação da reforma acabou limitando a expansão da economia a 1,1%, compara o economista. Em 2018, foram os setores de transformação (+2,6%) e serviços industriais de utilidade pública (+3%) que puxaram o avanço da economia do Rio de Janeiro.

Essa categoria de serviços inclui telecomunicações e fornecimento de eletricidade e água, entre outros. "O Rio de Janeiro demorou mais a se recuperar do que o Brasil, que já havia crescido em 2017, porque o cenário fiscal do Estado era mais complicado [na época]", afirma Goulart. O gerente de Estudos Econômicos da Firjan lembra que a indústria de óleo e gás demorou a se recuperar, o que resultou num impacto direto sobre a arrecadação estadual, fortemente dependente de royalties e participações especiais.

Para este ano, as projeções indicam um incremento nas atividades da indústria extrativa mineral fluminense, puxado pelo segmento de óleo e gás, cuja expansão com a aprovação das reformas chegaria a 3,9%. O prognóstico positivo para o segmento petrolífero está relacionado - explica Goulart - à baixa base de comparação em 2018, ao maior dinamismo (com a retomada das atividades da Petrobras) e à normalização do preço do petróleo. Em termos trimestrais, o PIB fluminense recuou 0,2% entre outubro e dezembro, na comparação com os três meses anteriores, na série com ajuste sazonal.

De acordo com nota técnica divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, o resultado reflete a "desaceleração observada na indústria de transformação, devido à menor contribuição da indústria de veículos automotores, e no setor de serviços". Na comparação com o quarto trimestre de 2017, observou-se expansão de 1,1% no Produto Interno Bruto do Estado.

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