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15/03/2019 | Inadimplência desacelera e tem a menor alta desde dezembro de 2017, revela SPC - Valor Econômico

A inadimplência de pessoas físicas aumentou 1,78% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, a menor alta desde dezembro de 2017, de acordo com indicador da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Esse crescimento tem desacelerado desde o pico de 6% alcançado em novembro do ano passado.

Em relação a janeiro, a inadimplência caiu 0,08%, terceira queda consecutiva nessa comparação mensal. Segundo o SPC Brasil, existem 62 milhões de CPFs "negativados", ou seja, com restrição para compras ou financiamentos, o equivalente a 40% da população brasileira acima de 18 anos. No corte por faixa etária, pouco mais da metade (51%) dos consumidores de 30 e 39 anos está com o CPF negativado. A população entre 25 e 29 anos vem em seguida, com 43,4% de inadimplentes. Na faixa entre 65 a 84 anos, a proporção é de 32,8%.

No Sudeste, 40% da população adulta está com as contas atrasadas, enquanto no Nordeste a proporção é um pouco menor, com 39,8%. No Sul, 36,9% da população adulta está inadimplente. No Centro-Oeste essa fatia é de 41,8%, e, no Norte, de 46,9%. No país, o número de dívidas mantidas pelos consumidores teve queda de 1%, recuo puxado pelos débitos no comércio (-6,9%) e pelas contas de comunicação, como telefone celular (-9,6%). Mas cresceram as dívidas com bancos (2%) e, principalmente, água e luz (11,4%). Todas variações comparadas a fevereiro de 2018. No levantamento, chama atenção o aumento do número de dívidas contraídas por consumidores acima de 50 anos.

Segundo os dados do SPC Brasil/CNDL, na faixa de 50 a 64 anos, a alta é de 2,3% e, acima de 65 anos, há alta de 8%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Nas faixas mais jovens o número de dívidas caiu. Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, observa que o ritmo menor de crescimento da inadimplência ocorre simultaneamente ao aumento da oferta de crédito para as pessoas físicas, segundo dados do Banco Central, o que indicaria um cenário melhor para o mercado de crédito. Em 2019, a expectativa é que o aumento da população ocupada e o crescimento da concessão de crédito ajudem a alavancar o consumo das famílias.

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