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12/03/2019 | Brasil é o mais otimista entre 12 países, diz IHS - Valor Econômico

O Brasil tem as melhores perspectivas para a produção da economia até o fim do ano, em um grupo formado por 12 países, segundo pesquisa da consultoria IHS Markit. Em uma escala que vai de -100 pontos a 100 pontos, o otimismo das companhias brasileiras atingiu 66 pontos. Esse foi "de longe" o maior patamar entre as nações analisadas, segundo a consultoria. "É encorajador ver um otimismo robusto tanto da indústria de transformação quanto dos serviços" do Brasil, diz Pollyanna de Lima, economista da IHS Markit.

Ao todo, 7 mil empresas dos 12 países participaram da pesquisa. De maneira geral, as indústrias enxergam perspectivas ligeiramente melhores do que os provedores dos serviços. O otimismo do primeiro grupo atingiu o maior patamar em cinco anos. Nos serviços, o resultado foi o segundo melhor número desde junho de 2014. Entre os fatores que devem impulsionar o crescimento, segundo as empresas, estão a reforma trabalhista e a expansão do crédito, com juros mais baixos. Parte das companhias confia também na assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia e em maiores investimentos públicos e em infraestrutura.

Empresas de transporte e armazenamento especificamente se dizem ansiosas pela privatização de aeroportos. Na avaliação das companhias, o aumento esperado das vendas deve vir tanto do mercado interno quanto do mercado externo. Do lado negativo, as companhias dizem que um eventual veto do Congresso a reformas, desvalorização do real e turbulências externas estão entre os fatores que podem atrapalhar a retomada. Alguns setores apresentam preocupações específicas, como quebra de safra (alimentação e bebidas) e turismo pouco movimentado em razão da violência (hotéis e restaurantes).

Supondo a concretização desse cenário positivo, as empresas pretendem investir em máquinas e equipamentos, instalações, terrenos, tecnologia da informação, veículos e contratações. Na indústria, os planos de contratação atingiram o maio nível em oito anos, enquanto nos serviços foi o mais alto desde fevereiro de 2014. "Dada a fraqueza do mercado de trabalho, é reconfortante ver planos para o crescimento do emprego", diz Pollyanna.

Outro ponto positivo são os aumentos previstos para investimentos em bens de capital. No caso de pesquisa e desenvolvimento, somente a Rússia tem perspectivas mais favoráveis. Por fim, a tendência é que a rentabilidade das empresas também cresça ao longo dos próximos 12 meses, com o Brasil mais uma vezes na liderança nesse quesito. Além do Brasil, participam da pesquisa EUA, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Espanha, Itália, Rússia, Índia, China e, em bloco, os demais países da zona do euro. 

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