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08/03/2019 | Política ainda é risco alto para as empresas em 2019 - O Estado de S. Paulo

Rumo ao fim do primeiro trimestre, ainda não é possível afirmar se o governo Jair Bolsonaro terá habilidade política necessária para aprovar a reforma da Previdência e outras mudanças para o bom funcionamento da máquina pública. A continuidade dessa incerteza política é apenas um dos novos riscos identificados no horizonte das empresas no Brasil em 2019, segundo levantamento do ACI Institute, ligado à KPMG. A pesquisa que ouviu sócios da KPMG também mostrou preocupação com o ambiente incerto na regulação estatal, com itens como a possibilidade de tributação de dividendos, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e dúvidas sobre tributação. Para os entrevistados, 2019 será marcado por forte volatilidade de ativos e indicadores. Por isso, conselhos de administração precisam estar ainda mais atentos para proteger as companhias de situações imprevisíveis, sugere a pesquisa.

» Receio dos impostos. Entre as incertezas ligadas à regulação estatal, estão as ilegalidades da guerra fiscal entre Estados, que estão longe de ser pacificadas e geram insegurança nos investimentos. Também foi mapeada uma eventual tributação de lucros e dividendos, para ajudar a reduzir o déficit estatal. Para os sócios da KPMG, uma nova tributação gerará impacto sobre as empresas e o mercado de capitais e, consequentemente, no fluxo de investimentos.

» Mundo estranho. Há ainda riscos ligados às novas tecnologias. A Lei de Dados Pessoais vai entrar em vigor daqui a um ano e as empresas têm corrido para proteger dados de seus clientes, com muitas dúvidas e necessidade de investimento. Também a falta de precisão e riscos ligados ao uso massivo de dados, além das ameaças cibernéticas estão entre as novas questões às quais os conselhos devem estar atentos. Essa preocupação, porém, também é vista em outros países.

» Só sorrisos. As contratações de planos odontológicos tiveram, em 2018, a maior alta dos últimos cinco anos. Segundo a Sinog, a associação que representa as empresas de odontologia de grupo no Brasil, os planos chegaram à marca de 24,2 milhões de beneficiários no ano passado, com aumento de 6,2% em comparação a 2017. As pessoas com mais de 59 anos foram as que mais contrataram planos odontológicos no período, totalizando 1,8 milhão de novos usuários e crescimento de 16,2% no período.

» Coletividade. Já o tipo de contratação que mais se destacou em 2018 foi o plano coletivo por adesão, com 2,2 milhões de novos beneficiários e crescimento de 21,1%. Na sequência, estiveram os planos individual/familiar com 4,2 milhões de pessoas e alta de 6,1% e o coletivo empresarial, com 17,6 milhões (4,6%).

» Renovando quadros. O gerente-geral jurídico da Usiminas, Bruno Paulino, que também era secretário do Conselho de Administração, deixou a companhia rumo à Fundação Renova. Na entidade responsável pela mobilização para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), Paulino assumirá a área jurídica. A Renova confirmou estar finalizando os trâmites burocráticos para a contratação do profissional. Procurada, a Usiminas não comentou.

» Haja boletos. Mesmo com o avanço das ofertas dos meios de pagamentos para as pequenas e médias empresas e a integração bancária, a plataforma ContaAzul viu o volume de emissão de boletos dobrar no ano passado, para mais de 2 milhões, após lançar opções mais baratas para as empresas. A ContaAzul estima que esse número deverá dobrar novamente em 2019. Anualmente, o mercado movimenta cerca de 3,6 bilhões de boletos.

» Batendo ponto. Desenvolvedora de software e hardware de gestão de ponto e automatização de rotinas de RH, a Ahgora faturou R$ 30 milhões em 2018, com alta de 70% sobre o ano anterior. Com clientes como Smart Fit, CPFL, TLSV, Universidade Federal de Pernambuco, Ministério da Agricultura, a companhia recebeu aporte, em 2016, do fundo InvestTech. Agora, negocia com fundos internacionais uma segunda rodada de investimento.

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