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27/02/2019 | A recuperação do comércio não será rápida - O Estado de S. Paulo

Há pela frente um bom caminho até que o comércio varejista se recupere das quedas ocorridas durante a aguda recessão econômica do biênio 2015/2016 e volte ao nível de atividade observado em fins de 2014. É o que mostra estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgado há pouco pelo Estado, prevendo que o nível mais alto da história só venha a ser alcançado em fevereiro de 2020.

A retomada é, assim, lenta, como também constata a FecomercioSP: após cinco meses de altas consecutivas, o Índice de Expansão do Comércio (IEC) ficou praticamente estável neste mês. O aspecto mais positivo é que a propensão de investir dos empresários aumentou em 2,9% entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2019.

Segundo a CNC, o varejo restrito, que exclui veículos, autopeças e materiais de construção, cresceu em média 0,36% ao mês nos últimos 15 anos, enquanto o varejo ampliado evoluiu em média 0,37% ao mês. É sobre essas bases que a projeção atual da CNC se ampara, mas com uma advertência: a recuperação dos índices máximos do varejo ampliado só deverá ocorrer em maio de 2021.

A melhora do varejo restrito virá do aumento da demanda por bens essenciais, como alimentos e medicamentos. As vendas de artigos farmacêuticos já retornaram ao melhor nível da série pesquisada, mas as vendas dos supermercados ainda não se recuperaram plenamente. Isso só deverá ocorrer no ano que vem, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.

Como notou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC, “quando a situação econômica está ruim, as famílias destinam a renda para o consumo de itens básicos”. Foi o que predominou nos últimos anos. Mas, “quando a situação começa a melhorar, o cenário se inverte”, acrescentou o economista. Aí as famílias ganham fôlego para trocar o automóvel velho por um automóvel novo ou para substituir a geladeira, o fogão e a máquina de lavar.

A recuperação firme do comércio depende de mais oferta de emprego e de mais renda, que por sua vez dependem do ritmo da atividade econômica. É essencial dissipar o ambiente de incerteza para que os consumidores tenham coragem de ampliar as despesas. Isso poderia ser muito facilitado com a aceleração da tendência de queda dos juros cobrados pelos bancos dos seus clientes.

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