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21/02/2019 | Para empresários, Previdência é ‘primeiro passo’ - O Globo

A aprovação da reforma da Previdência é o primeiro passo para a retomada da confiança na economia brasileira, na avaliação de empresários consultados pelo GLOBO. Eles ressaltam, porém, que, para garantir um crescimento maior, o governo precisa fazer ainda uma reestruturação da política de impostos e tributos. — A apresentação da reforma da Previdência foi um primeiro gol. Esperamos que esse time (equipe econômica do governo Bolsonaro) ganhe esse jogo de goleada — disse André Clark, presidente da operação brasileira da Siemens.

O cenário de “goleada” imaginado por Clark é o de aprovação de quatro grandes reformas já mencionadas no pacote de intenções do ministro da Economia, Paulo Guedes: a da Previdência Social, a tributária, a desvinculação de gastos obrigatórios da União e, por fim, o enxugamento do tamanho do Estado brasileiro. Caso o pacote saia do papel, Clark prevê que o cenário básico da Siemens de crescimento potencial da economia brasileira, hoje em 2% ao ano, possa chegar a 4%.

João Carlos Brega, presidente da Whirlpool Latin America (dona das marcas Brastemp e Consul), considera acertada a decisão de atacar inicialmente a Previdência, por causa do tamanho do déficit. Mas é necessário fazer mais: — É preciso uma reforma tributária e garantia de segurança jurídica nos contratos. É isso, junto com a reforma da Previdência, que vai atrair o investimento de longo prazo.

‘HOSPÍCIO TRIBUTÁRIO’

Para o presidente da unidade da Bosch para América Latina, Besaliel Botelho, o teor do anúncio foi “bastante positivo” e “sem surpresas” em relação ao que já vinha sendo discutido nos meios empresariais. — O humor na cadeia de suprimentos da indústria brasileira hoje é como a de um paciente que saiu da UTI e está empolgado em retomar sua vida. A reforma da Previdência é condição básica para que isso aconteça —disse Botelho.

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, se aprovada, a reforma da Previdência pode trazer tranquilidade ao país em um prazo mais longo, evitando mudanças com “prazo de validade curto”. —O Brasil ainda é um hospício tributário, e a reforma tributária precisa ser feita com a maior urgência possível. A reforma da Previdência é urgente, mas a tributária é tão urgente quanto para que o investimento volte e a economia volte a crescer —afirmou Barbato.

Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), avalia que a proposta entregue ao Congresso reduz a pressão nas contas públicas, facilita a queda de juros e permite que sobrem mais recursos para o governo investir. Mas ele ressalta que a reforma previdenciária não é suficiente para “capital privado desaguar de maneira torrencial no país”. —A proposta é muito relevante, abrangente e vai na direção da solvência das contas públicas no futuro. Mas há uma agenda de desburocratização, de reforma Tributária e atração de investimento para infraestrutura que precisa ser cumprida —disse Pimentel.

Botelho, da Bosch, reafirma seu otimismo com as perspectivas econômicas para o país: — A expectativa agora é, dando tudo certo, a gente possa atrair mais investimentos para atender necessidades de cadeias produtivas em que o Brasil é líder global, como o agronegócio.

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