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21/02/2019 | Vaga formal pode ter melhor janeiro em 7 anos - Valor Econômico

O mercado de trabalho formal deve retomar a geração de vagas em janeiro, como é típico da sazonalidade do mês, com a continuidade da criação de empregos concentrada nos setores de comércio e serviços. A média das estimativas de 18 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para a geração de 82,8 mil vagas no mês. As projeções variam de 60 mil a 97 mil.

Se confirmada a média das estimativas, este será o melhor resultado para meses de janeiro desde 2012, quando houve abertura líquida de 119 mil postos. Em 2018, foram abertas 77,8 mil vagas no primeiro mês do ano. A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia ainda não tem data para a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mas o dado costuma ser divulgado sempre próximo ao dia 20 de cada mês. O Itaú Unibanco estima um saldo líquido positivo de 96 mil vagas formais em janeiro.

Na série dessazonalizada pela instituição financeira, o número representaria a criação de 70 mil empregos. Com isso, a média móvel trimestral dessazonalizada subiria de 61 mil em dezembro para 65 mil no mês. "A economia segue num ritmo de melhora do emprego formal e, provavelmente, os setores de serviços e comércio seguem dando as maiores contribuições", afirma Artur Passos, analista do Itaú. "O setor da construção civil, que ajudou na contração do emprego formal em 2017 e atrapalhou 2018, agora também pode ter uma contribuição positiva." A LCA Consultores projeta a geração de 73,9 mil vagas formais em janeiro. "Pela sazonalidade do Caged, a geração de empregos costuma acelerar na passagem de dezembro a janeiro", lembra Cosmo Donato, economista da LCA. Pelo cálculo da consultoria, o saldo dessazonalizado seria de 58 mil vagas, abaixo das 82 mil de dezembro. "Não vejo a queda como uma perda de fôlego do indicador, porque aparentemente estamos tendo uma mudança no regime do Caged, com saldos em dezembro cada vez menos negativos, o que pode não estar sendo captado integralmente pelos filtros sazonais."

Nos últimos dois anos, o mercado de trabalho formal surpreendeu em dezembro, com fechamento de vagas abaixo do esperado pelos economistas. Foram pouco mais de 300 mil postos fechados em dezembro de 2017 e 2018, contra média de mais de 450 mil na década anterior. Donato ainda não tem explicação fechada para essa mudança de sazonalidade, mas acredita que pode ser resultado de menor contratação de temporários ao longo do ano, de alguma mudança na prática das empresas de demitir em dezembro para ajustar folha de pagamento ou simplesmente da atividade ainda fraca nos últimos anos. 

 

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