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20/02/2019 | Polícia investiga desvios de recursos do Sistema S - Valor Econômico

A Polícia Federal e o Tribunal de Contas da União deflagraram ontem operação contra suposta organização criminosa que desviava recursos do chamado Sistema S, especialmente do Sesi. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, chegou a ser preso, em São Paulo, por suspeita de ter conhecimento dos desvios, mas sua prisão foi relaxada no início da noite. O presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco, Ricardo Essinger, detido no interior de um avião que chegava a Brasília, também foi solto. Foram presos, ainda, executivos de empresas e entidades acusadas de participar do esquema.

Segundo as investigações da operação, denominada "Fantoche", um grupo de empresas, sob o controle de um mesmo núcleo familiar - família Vieira -, vinha atuando de forma contínua, desde 2002, desviando recursos de contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e projetos culturais com unidades regionais do Sesi, valendo-se de empresas de fachada ligadas à Aliança Comunicação e Cultura. A estimativa é de que o grupo tenha desviado cerca de R$ 400 milhões durante esse período.

Em Curitiba, a PF deflagrou a 60ª fase da Operação Lava-Jato e prendeu novamente o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza. Acusado de ser operador do PSDB em São Paulo, ele teria mantido mais de R$ 100 milhões, em espécie, em dois imóveis em São Paulo. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços de Souza e do ex-chanceler Aloysio Nunes, investigado por suspeita de ser beneficiário de despesas com cartão de crédito custeado pela Odebrecht. Nunes, que havia sido nomeado presidente da Invest SP pelo governador João Doria, pediu demissão do cargo.

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