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19/02/2019 | Clima econômico volta a ficar positivo em 2019 - O Estado de S. Paulo

Embora não tenha surgido em 2019 nenhum dado extraordinário sobre o ritmo de atividade econômica no País, o Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil registrou em janeiro o primeiro resultado positivo depois de três trimestres consecutivos de níveis negativos, segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mês passado, o ICE brasileiro chegou a 3,6 pontos, o que representa uma virada expressiva em relação a outubro de 2018, quando o ICE nacional ficou negativo em -33,9 pontos.

Essa evolução se deve ao otimismo que se nota em diversos setores de atividade, até mesmo na construção civil, que foi o setor mais atingido pela crise econômica. O que puxou o indicador foi o Índice de Expectativa, que marcou 88 pontos em janeiro, um avanço considerável em relação a outubro (25,9 pontos).

Já o Índice de Situação Atual no País, embora tenha também melhorado, permaneceu no terreno negativo (-56 pontos). Em outubro, ficou em -77,8 pontos.

Entre 11 países latino-americanos, de acordo com a Sondagem Econômica da América Latina feita pela FGV em parceria com o instituto alemão Ifo, o Brasil registrou a maior variação, o que não significa que tenha obtido a primazia no ranking. Nesse grupo, o País ficou em sexto, vindo atrás do Paraguai, Chile, Bolívia, Colômbia e Peru. Com perspectivas piores estão a Argentina e o México e, beirando o caos, a Venezuela. No geral, o ICE da América Latina ficou melhor, passando de -10,7 pontos em outubro para 9,1 pontos em janeiro.

Em termos de clima econômico – que não deve ser confundido com projeção de taxa de crescimento do PIB –, o Brasil só perde, entre os Brics, para a Índia, vindo à frente da Rússia, da África do Sul e, surpreendentemente, da China. A pontuação é desfavorável também no Reino Unido, em razão do Brexit, na União Europeia (à exceção da Alemanha), no Japão e nos Estados Unidos.

Se o ambiente de negócios é hoje mais promissor aqui, convém lembrar que, em janeiro de 2018, a marca brasileira no ICE era até melhor (4,3 pontos) do que neste início de 2019. O que é bem diferente, agora, é a expectativa de que o novo governo realize as reformas estruturais com as quais está comprometido, de modo a incentivar novos investimentos capazes de impulsionar a economia.

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