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13/02/2019 | Inteligência artificial pode dar impulso à economia do país - Valor Econômico

O uso mais democrático da inteligência artificial contribuirá de forma decisiva para o desenvolvimento econômico do Brasil e de outros países. A afirmação foi feita pelo presidente da Microsoft, Satya Nadella, durante evento da companhia realizado ontem, em São Paulo. "No futuro, todo negócio terá o seu próprio agente de inteligência artificial. Todos serão capazes de construir ferramentas usando essa tecnologia", afirmou Nadella. Ele acrescentou que esse processo de inclusão da inteligência artificial em todos os setores já está acontecendo. "Trata-se agora de democratizar a inteligência artificial para que todos tenham acesso a ela", afirmou.

Nadella citou inovações desenvolvidas nos últimos anos com o uso de inteligência artificial. Em 2016, a empresa desenvolveu tecnologia capaz de reconhecer objetos e pessoas em imagens. No ano seguinte, a inteligência artificial foi usada para reconhecimento da fala humana. No ano passado, a tecnologia foi aplicada à tradução da fala e reconhecimento de voz. O executivo afirmou que o avanço do uso da inteligência artificial traz consigo a necessidade de controle da privacidade. À medida que as empresas têm cada vez mais acesso a informações sobre pessoas e seus softwares se tornam capazes de "interpretar" imagens, mensagens de voz e outros dados, é necessário garantir que essas informações sejam usadas respeitando princípios éticos. "As empresas têm que pensar seriamente no fator privacidade", afirmou Nadella.

O presidente da Microsoft considerou que o Brasil está à frente de outros países em termos de regulamentação sobre privacidade de dados. "A existência de uma regulação ajuda a garantir a segurança cibernética das pessoas e das empresas", afirmou. Na opinião de Nadella, o Brasil é um dos países que apresentam forte crescimento no uso da sua plataforma de computação em nuvem Azure - base para o desenvolvimento de projetos de inteligência artificial. E o país ainda representa uma "tremenda oportunidade" de crescimento futuro. "Temos oportunidades no Brasil e queremos fazer isso trazendo as ferramentas que temos", afirmou Nadella. Para medir o potencial do mercado brasileiro, a Microsoft encomendou um estudo, conduzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), para investigar o impacto da inteligência artificial em mercados-chaves, como agronegócio, transporte e comunicação, óleo e gás e setor público. De acordo com o estudo, a adoção de inteligência artificial nesses setores pode impulsionar a taxa de crescimento do PIB em até 6,43% em 15 anos.

Nadella citou exemplos de democratização do uso da inteligência artificial no Brasil, com uso da plataforma de computação em nuvem da Microsoft, a Azure, e dos softwares Microsoft 365 e Dynamics 365. A Coopercitrus, por exemplo, usa drones e inteligência artificial para coletar imagens do campo e fazer o controle do solo e da produção de laranja. No Hospital 9 de Julho, foi adotada tecnologia da Microsoft ligada a câmeras para detectar acidentes, como quedas de pacientes dos leitos. Na Rede de Reabilitação Lucy Montoro, foi usada inteligência artificial da Microsoft para melhorar a eficiência da fisioterapia. A Microsoft também anunciou uma parceria com o Sesi e o Senai, para oferecer treinamentos gratuitos em inteligência artificial para estudantes dos dois sistemas. A expectativa é atingir 3 milhões de estudantes no país. 

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