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30/01/2019 | Rombo do INSS vai a R$ 195 bi, novo recorde - O Estado de S. Paulo

Se não fosse a Previdência Social, o governo teria fechado o ano passado com as contas no azul em R$ 75 bilhões. Mas o peso do INSS se fez sentir: o buraco ficou em R$ 195,2 bilhões, novamente um recorde. Com isso, o governo fechou o ano com um déficit primário (resultado entre receitas e despesas, sem levar em conta o pagamento dos juros da dívida pública) de R$ 120,2 bilhões.

É o quinto ano seguido que o governo fecha as contas no vermelho. Apesar de alto, o rombo de 2018 ficou menor que o previsto no início do ano. O governo tinha “permissão” do Congresso para fechar o ano com um rombo de até R$ 159 bilhões.

No mesmo dia da divulgação dos dados, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o novo texto da reforma previdenciária – medida considerada essencial para o ajuste das contas públicas – deve ser enviado “na segunda ou terceira semana de fevereiro”, sinalizando a possibilidade de um prazo mais longo do que vinha sendo falado pela equipe do presidente Jair Bolsonaro. Marinho admitiu que a data certa vai depender da área política do governo.

“É necessário que haja combinação entre todas as partes, para que não haja ruídos”, disse Marinho ao sair de uma reunião com Paulo Guedes, secretários e integrantes do Tribunal de Contas da União (TCU).

Não foi só o INSS que fechou 2018 no vermelho. A Previdência dos servidores civis teve um rombo de R$ 46,4 bilhões. Já o déficit dos militares – categoria que quer ter as mudanças nas regras enviadas ao Congresso apenas depois da reforma geral – chegou a R$ 43,9 bilhões. Somadas, as contas do INSS e da Previdência dos servidores da União chegaram a um rombo, também recorde, de R$ 285,5 bilhões.

Na reunião entre Guedes, Marinho, outros secretários e integrantes do TCU foi discutida a questão técnica da Previdência. Embora o tribunal não opine sobre o conteúdo da reforma, já fez uma auditoria em que alerta para a tendência de rombos crescentes nessa área.

Marinho disse que Bolsonaro tem acompanhado as negociações para a elaboração da proposta e dado suas orientações. Mas ele evitou dar detalhes sobre o projeto. O secretário especial informou também que o texto terá alcance fiscal e será uma proposta justa, fazendo com que “aqueles que possam contribuam mais”.

Chance. Mesmo sem uma clareza sobre a proposta que será levada ao novo Parlamento, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, avaliou ontem que a nova equipe tem mais chances de convencer o Congresso da importância da reforma, porque Marinho foi deputado federal e atuou como relator da reforma trabalhista. “Ele foi um dos poucos que conseguiram fazer com que uma reforma saísse mais dura do que ela entrou no Congresso”, afirmou Mansueto, acrescentando que Marinho “é um político habilidoso”.

Ainda segundo Mansueto, Marinho tem se encontrado com parlamentares s e governadores ,de maneira informal, para mapear os pontos mais ou menos polêmicos da proposta.

 

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