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23/03/2018 | Trabalho Temporário é ferramenta importante contra o desemprego, afirma Vander Morales em fórum

Com a taxa de desemprego em torno de 12%, segundo o IBGE, o grande problema do Brasil é qualificação num mercado cada vez mais exigente por especialização. A afirmação é de Vander Morales, presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt, durante o 1º Fórum “O futuro do trabalho e o impacto das novas leis no Brasil”, realizado em 21 de março, no auditório do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em São Paulo. Segundo ele, o Trabalho Temporário deve ser visto como ferramenta importante para a empregabilidade e para a retomada da economia. Hoje, apenas 40% dos trabalhadores brasileiros têm registro em carteira.

Com as leis 13.429/17 e 13.467/17, a insegurança jurídica foi bastante reduzida. Para Morales, os pontos mais significativos foram o fim da restrição da Terceirização na atividade fim e a ampliação no prazo para contratação de temporários. “Com a nova legislação, o Trabalho Temporário ganhou ainda mais importância para o futuro, permitindo que um número maior de jovens sem experiência possa ingressar no mercado. E não apenas em épocas de sazonalidade, como ocorria antes. As oportunidades se multiplicam, visto que, no caso do temporário, a ideia é o aprendizado na prática com grande possibilidade de efetivação”.

Um estudo da WEC – Confederação Mundial do Emprego feito com jovens no mundo todo, o que menos importa na empresa onde eles buscam emprego é o salário. As prioridades são: oportunidades de crescimento, liberdade de criação, desenvolvimento individual e aprendizado.

O deputado federal Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, acredita que o momento é de profunda transformação. “Muitos dizem que os empregos estão acabando. Eles estão, na verdade, mudando. E sob este aspecto, a nova legislação é fundamental para acompanhar tais mudanças, que impactam diretamente no perfil profissional e demográfico dos trabalhadores. O futuro vai exigir cada vez mais qualificação e facilidade de adaptação às novas exigências do mercado. É um caminho inexorável”.

Terceirização

Para Lívio Giosa, presidente do Centro Nacional de Modernização Empresarial (CENAM), o ano de 2017 foi muito importante para o debate sobre as novas relações do trabalho. “A Terceirização é instrumento de gestão de conteúdo técnico, cuja premissa é qualidade, preço justo, prazo e inovação tecnológica a serviço da tomadora. Estamos agora em um novo momento. A lei da Terceirização teve um grande impacto jurídico no mercado, mudou relação entre empresas, que agora passa a ser mais clara e segura”.

O evento é uma realização da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Kwigoo e Centro Nacional de Modernização Empresarial (Cenam). A partir de 10 de abril, o conteúdo das 11 palestras sobre o futuro do trabalho estará disponível no  http://trabalho.kwigoo.com

Palestras apresentadas

O Estado do Futuro e os impactos nas atividades e profissões
Rosa Alegria – Mestre em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston (EUA), Co-fundadora do NEF Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP e diretora do Projeto Millennium no Brasil

Os impactos da nova Lei da Terceirização na gestão das organizações
Lívio Giosa – Presidente do CENAM – Centro Nacional de Modernização Empresarial e Presidente da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Autor dos Livros: Terceirização: Uma Abordagem Estratégica, O Brasil Profissional: a Hora e a Vez da Competência, e Olhos da Vida

A Lei da Reforma Trabalhista e dos Empregos Temporários pode gerar aumento da empregabilidade?
Vander Morales –Presidente do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem). Presidente da Federação Nacional dos Sindicatos das Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt). Conselheiro Nato da Cebrasse (Central Brasileira do Setor de Serviços)

Como o Trabalho à Distância se enquadra no modelo de empregabilidade disposta na nova Lei da Reforma Trabalhista
Cléo Carneiro – Presidente da SOBRATT- Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades e ex-Presidente da ABRH-SP. Consultor associado ao GCONTT – Grupo de Consultoria em Teletrabalho.

Os pontos de convergência da Lei da Terceirização e da Reforma Trabalhista sob a visão da Revolução 4.0
Wolnei T.Ferreira – Diretor jurídico da ABRH BRASIL e Diretor da SOBRATT Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades. Conselheiro do Comitê de Relações do Trabalho da CNI e da FIESP

A nova gestão de RH frente às novas regras advindas da Lei da Terceirização e da Lei da Reforma Trabalhista
Wagner Brunini –Vice-Presidente Financeiro da ABRH-Brasil – Associação Brasileira de Recursos Humanos. Professor do Curso MBA – Gestão Empresarial – FIA – Fundação Instituto de Administração

Os impactos na economia à luz da vigência da Lei da Terceirização e da Lei da Reforma Trabalhista
Eduardo Zylberstajn – Economista e Pesquisador da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas

O Futuro do Trabalho e os Impactos das Leis na Indústria
Luciana Nunes Freire – Diretora Executiva Jurídica da FIESP. Integra o Conselho de Relações do Trabalho da CNI. Professora do Insper, e do IDP

O estado da arte da Reforma Trabalhista após a vigência da nova Lei
Gleibe Pretti – Advogado Trabalhista, Professor Universitário e Escritor de mais de 40 livros sobre Direitos do Trabalho 

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